contos de um homem

Combinei com ela irmos correr, como antigamente fazíamos, mas desta vez numa zona diferente. Chegou a minha casa a hora marcada, vinha o ideal para a ocasião, mas sexy como sempre. Leggings verdes escuras, bem justas que lhe favoreciam o rabo, soutien desportivo a segurar o seu peito firme e um top preto, que eu lhe tinha oferecido, que deixava mostrar um pouco do piercing da barriga e as suas tatuagens. Depois a sua atitude de mulher determinada completavam o resto. Eu ia de calções pretos e t-shirt cinzenta, simples, como ela gostava. A conversa foi pouca mas os olhares diziam tudo, queríamos muito estar um com o outro. Partimos então para o caminho, fizemos cerca de 1.5km por estrada, com árvores e pinhal de um lado e terrenos mal cultivados do outro. O ritmo era lento, mas sem interrupções. As brincadeiras entre os dois foram surgindo, um apalpão aqui, uma palmada carinhosa ali, o ambiente estava descontraído mas picante ao mesmo tempo.

Paramos junto a uma fonte para recuperar o fôlego e começamos a alongar. 

"Ajuda-me a alongar" - diz ela, com uma perna esticada, em cima do parapeito da fonte. Eu percebi o jogo dela...ela tinha boa flexibilidade e chegava bem aos pés, mas queria-me picar e que chegasse bem perto dela. Eu concenti, indo por trás dela, encostando bem a minha anca ao rabo dela, fazendo o meu pau roçar-se nela, enquando as minhas mãos se apoiavam nas suas costas. Em vez de a pressionar com as mãos, pressionava-a com a minha anca, como se lhe tivesse a dar por trás, em movimentos lentos,as minhas estocadas iam cada vez mais longe e via um sorriso maroto na sua cara. Ela trocou de perna e voltamos a repetir os mesmos movimentos lentos, bem juntos um do outro, com uma tesão a começar a crescer em mim. Ela olhava para a minha tesão a crescer e mordia os lábios, a provocava-me. Ela sabia que queria estar dentro dela, mas ia-me fazer sofrer até não dar mais.

Mais uns alongamentos e estávamos prontos para partir.

"Estala-me as costas" - disse ela.

Eu agarrei pela frente, com os meus braços por baixo dos braços dela, a apertar o seu tronco, levantei-a e pressionei-a para mim. Ouço as costas delas a estalar e ela a libertar um gemido de alívio. Conseguia sentir o seu peito contra o meu, em que os mamilos já estavam bem grandes. Ela agarra-me a cabeça e aínda no ar, beija-me loucamente. A força foi tal que ate deixamos marcas nos lábios um do outro. A minha mão direita começa devagar a descer o corpo dela em direcção ao seu rabo, para a levantar mais um pouco e poder sentir o seu corpo.

"Nem penses, temos de regressar a casa..." - disse ela , parando de repente mas com um sorriso na cara. Eu aceitei e retomamos a corrida de regresso, algo complicado, já que estava com uma tesão enorme, ao qual ela se ria enquanto corríamos.

"Vamos por ali" - disse eu, a certa altura do caminho, tomando a direção de um trilho pelo meio das árvores, para dentro do pinhal. Ela não opinou e seguimos. O caminho era mais complicado o que nos fez abrandar o ritmo. Estando já longe da estrada, paro a frente dela e agarro-a contra mim, beijando-a e apertando-lhe o rabo com força ao qual ela respondeu sugando-me os lábios e arranhando-me as costas. De seguida, encosto-a devagar a uma árvore e começo a mordiscar-lhe o pescoço enquanto as minhas mãos já percorriam o seu corpo, ela suspirava a cada mordidéla mais forte que lhe dava. Levantava uma das suas pernas para se entrelaçar em mim e não me deixar sair de perto dela. Rapidamente, ela tira a minha t-shirt e  começa a sentir o meu tronco, apertando os meus ombros e peito.

Uma das suas mãos já apertava o meu pau que voltava a ganhar vida. Rodamos um sobre o outro, ficando eu contra a árvore e ela abaixa-se, começando a saborear o meu pau, que estava bem rijo. Ela não se sentia intimidada por estarmos no meio do pinhal, chupava com tanta intensidade que até me desequilibrava e me fazia gemer de prazer. Tive da levantar senão depressa me vinha na sua boca... pus-a encostada á árvore e baixei-lhe as leggings á medida que tambem me ia baixando. A minha lingua foi então ao encontro do seu sexo, que o lambia e penetrava enquanto ela me pressionava a cabeça contra ela.

"Solta-te, grita á vontade, aqui ninguém nos ouve" - disse eu enquanto a penetrava com uma mão e a outra lhe apertava o peito, ainda dentro do soutien desportivo. Aumentei a velocidade das penetrações e ela gemia bem alto. Comecei a sentir as suas pernas a fraquejar, era sinal que o seu prazer estava a chegar. Aí levanto-me, viro-a de costas para mim, dobro-a e penetro-a o máximo que consegui e libertamos os dois um grande gemido de prazer, ela a sentir o meu pau rijo, eu a sentir o seu sexo bem quente. Começei então a dar-lhe por trás enquando ela se agarrava á árvore. No resto do pinhal não se ouvia mais nada a não ser os seus gemidos a cada estocada que dava no rabo dela. Íamos variando a intensidade dos movimentos, ora acelerava e lhe puxava o cabelo, dominando-a e fazendo-a gemer de dor/prazer, ora a agarrava contra mim e encaixavamos um no outro com movimentos calmos e carinhosos. Neste vai e vem de movimentos, a sua respiração ia aumentando.

Eu penetrava-a cada vez com mais força e mais fundo,o que a fez libertar um enorme gemido de prazer. Voltou-se para trás e sorriu, o que mostrava a sua satisfação. Não me deixou abrandar, queria que me viesse todo dentro dela. A medida que continuava, sentia o seu corpo a vibrar com o momento e eu tamben não aguentava mais. Agarro-a pelas ancas e pressionei-a contra mim com mais força e todo o meu leite se perdeu dentro dela, com um enorme gemido de prazer, com o meu pau a latejar dentro dela, como ela gostava. Ficamos então ali agarrados contra a árvore, comigo ainda dentro dela, a sentir o corpo um do outro. Escusado será dizer que não corremos mais e fizemos o resto do percurso a caminhar de mão dáda, cada um com um grande sorriso nos lábios.